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quarta-feira, 20 de maio de 2020

A Ilha da Fantasia (Fantasy Island) 6,5*

Data de Estreia: - de - de 2020 

    Um lugar chamado Ilha da Fantasia é encantado e oferece aos seus visitantes a realização de desejos que parecem impossíveis no mundo real. No entanto, isso nem sempre acontece da maneira esperada.

 

Confira o trailer abaixo:

 

 

  

Elenco: Lucy Hale, Michael Rooker, Portia Doubleday, Maggie Q, Michael Peña 

    Direção: Jeff Wadlow

Roteiro: Christopher Roach, Jeff Wadlow, Jilian Jacobs

     Duração: 156 minutos

Gênero: Fantasia, Horror, Terror

     Classificação: 14 anos

         Distribuição: Sony Pictures

IMAX: -

Orçamento: USD 7 milhões

Ano: 2020

País: EUA

O filme é baseado na série de mesmo nome de 1978 a 1984.

     Primeiramente eu não sabia que o filme foi baseado em uma série, outro fato interessante é que o orçamento do filme foi bem baixo. De início, o filme se mostrou bem divertido, é um filme relativamente longo, especialmente para o gênero.O enredo não foi explicado até praticamente no final, que foi quando estragaram o filme, mas para entender o porque, você terá quer a postagem inteira.

     

     Achei que o filme estava apresentando uma ideia interessante, fácil de segurar a história afinal, uma ilha que lhe garante um desejo por visitante parece ser bem interessante. Porém, não é basicamente assim que aconteceu. Este foi um dos aspectos que o filme pecou, basicamente mais da metade do longa, foi explicado diversas vezes que essa era a regra, porém não foi bem assim que aconteceu.

  

     Essa “quebra” de regra destruiu o filme literalmente. Mas por quê? Por que essa foi a forma que os roteirista encontram para corrigir e finalizar o filme. Eu não posso falar muito, por que se não eu vou acabar te contando o final, e spolier ninguém quer, não é mesmo?

 

     O que eu quero dizer no paragráfo acima é que quando o filme chega mais para o final, as explicações sobre o que estavam acontecendo começam a não fazer mais sentido, o filme se distorce e o ciclo se fecha, porém sem fazer muito sentido. Agora entendo o porquê das avaliações ruins que o filme vem recebendo. Em outras palavras, estava tudo muito bom, até o final. 

   

     O filme é bem bonito visualmente falando, além de ter alguns bons e conhecidos atores nele. Eu acho que foi uma aposta, tentaram decolar com esse filme, mas não tenho certeza se deu certo não. No final é possível perceber que foi deixado uma ideia de sequência, ainda não sabemos se acontecerá. 

      

      

Comente aí o que você achou do filme. Corra para a página oficial do MF no Instagram que em breve uma nova votação estará disponível para você.

Confira a lista dos filmes comentados na quarentena:

  

 

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sábado, 16 de maio de 2020

Resgate (Extraction) 7,5*

 

Antes de ler a crítica completa do filme, leia a sinopse clicando aqui.

     Esse foi um filme que fiquei um pouco sem entender se eu gostei ou não. Então, vou começar com as partes que eu gostei. Por exemplo, eu gostei bastante da forma como a camera se comportou durantes as cenas. Basicamente, a camera seguia os personagens de um jeito diferente. Isso me deu uma sensação diferente, eu me senti dentro do filme, e isso foi bem bacana.


     Além disso, achei que o Cris Hemsworth fez um ótimo trabalho, eu consegui me desligar completamente do Thor, seu personagem anterior e de maior sucesso. Vários atores não conseguem se desmembrar de grandes filmes e se tornam conhecidos apenas por um único personagem. Uma curiosidade interessante é que o longa foi produzido por Joe e Anthony Russo que foram os diretores dos Vingadores 3 e 4 (Avengers 3 and 4), e que já trabalharam com o Hemsworth.

     O Tyler (Hemsworth) foi um personagem bem letal, o filme demonstrou bem as habilidades adquiridas pelo treinamento do exército. O filme explorou bastante o cenário, as lutas foram bem interessantes, os personagens utilizaram vários objetos nas lutas, então não foi algo somente com armas ou socos, foram lutas mais amplas.

     Eu não sei se realmente foi correta a ideia de ter um traficante que controla um país inteiro, mas só de pensar em situações assim, fiquei um pouco chocado. Em diversas partes do filme, foi possível perceber que para os moradores locais, os eventos que estavam ocorrendo pareciam ser natuarais, coisas cotidianas e as pessoas assistiam com a maior naturalidade possível. E isso foi bem perturbador de ver. 

    Um dos pontos negativos é que o filme foi um pouco confuso no começo, dificultando o entendimento completo do que estava acontecendo. Eu fiquei um pouco confuso no início.

 

Comente aí o que você achou do filme. Corra para a página oficial do MF no Instagram que em breve uma nova votação estará disponível para você.

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domingo, 3 de maio de 2020

O Poço (El Hoyo) 8,0*

Data de Estreia: 20 de Março de 2020 

     Em uma prisão vertical que possui uma cela por andar, os detentos do topo tem a oportunidade de se alimentar melhor do que os outros que estão abaixo. Até que um homem decide fazer algo para mudar a situação.


Confira o trailer abaixo:



Elenco: Alexandra Masangkay, Emilio Buale, Ivan Massagué,  Antonia San Juan

    Direção: Galder Gaztelu-Urrutia

Roteiro: David Desola, Pedro Rivero

     Duração: 94 minutos

Gênero: Ficção Científica, Suspense

     Classificação: 18 anos

         Distribuição: Netflix

IMAX: -

Orçamento: - milhões

Ano: 2020

País: Espanha


Atendendo a votação realizada no Instagram do MF, segue a crítica completa do filme escolhido por você.

     “O Poço (El Hoyo)” ou em inglês ‘The Platform’ é um filme espanhol que sem sobra de dúvida oferece diversas interpretações.

     O filme apresenta uma pegada política, mais precisamente contra os sistemas, capitalista, socialista e comunista, uma crítica que sugere que nenhum sistema é perfeito e que não existe nenhuma fórmula mágica ou um método mágico que fará com que a sociedade conviva bem e que todos tenham direitos igualitários.

     Em uma das primeiras partes do filme, a expressão ‘comunista’ é utilizada, de princípio não levei muito em consideração, porém com o tempo fui entendendo o sentido que o filme quis seguir.

     O longa me deixou bastante confuso em algumas partes, tive que pensar e interpretar os detalhes para conseguir entender melhor e escrever essa crítica.

     Acredito que a principal mensagem que o filme quis passar é que qualquer pessoa fará de tudo para sobreviver, que não existe princípios fortes o suficiente para controlar uma sociedade enquanto ela estiver em uma situação que a coloque em risco imediato. Basicamente isso quer dizer que o ser humano é ruim em sua essência e que situações de perigo ou inesperadas, apenas revelam quem realmente somos e que isso não mudará.

     O livro Don Quixote foi um tema bastante mencionado no filme. Eu não sei muito sobre o enredo do livro, mas sei que posso associar o personagem principal do filme ao Don. De características físicas semelhantes a pensamentos ideológicos parecidos, agora para saber se o filme seguiu a mesma linha do livro, você terá que conferir o filme.

     O filme demostra que mesmo quem deveria ser mais evoluído, através das experiências de vida ou conhecimentos adquiridos com o tempo, continua preconceituoso e cego, sem perceber o que realmente está acontecendo ao seu redor.

Caso não queira ler um pequeno spoiler, pule o próximo paragrafo. 


     Alerta spoiler: um detalhe que percebi no filme foi o número 333, que representa o número de níveis que o local apresentava. O detalhe que mencionei é que isso representa 666 pessoas no local, 2 em cada nível. E esse número é o número associado a besta, que pode ser interpretado como anticristo ou mal em geral. O que faz todo sentido para o contexto do filme. 


Já assistiu? O que você acha? Comente abaixo e não se esqueça de votar na próxima votação escolha o filme que você quer que eu leia.

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